Para quem gosta de cartuns, tá valendo uma passada no site VATAPÁ. O site baiano de humor gráfico reúne feras da área que mostram o velho talento aliado às 'novas' técnicas de ilustração.
Confira no endereço: http://www.humorgraficobaiano.com.br/home.html
Friday, July 10, 2009
Tuesday, July 07, 2009
Agora, com contador de acesso
Joubert 'conseguiu' colocar contador de acesso em meu blog. Demorou, mas tá aí... valeu!
Tuesday, June 16, 2009
Modernidade, cultura e sustentabilidade
Leia o texto e veja as fotos sobre a mesa composta por Hanayana Brandão (Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade – Pós-Cultura da UFBA) que falou sobre financiamento e fomento da cultura na gestão do governador da Bahia, Jaques Wagner, Daniele Canedo (Doutoranda do Pós-Cultura/UFBA), que abordou o conceito de cultura e de sua amplitude, Tânia Mara (Mestranda em Ciências Sociais/ UFBA) que tratou da contradição entre sustentabilidade e o capitalismo e Juciara Nogueira (Doutoranda do Pós-Cultura/UFBA), que tratou sobre como e porque o modernismo tardou a chegar na Bahia. Texto e fotos de Geise Oliveira, Ivna Pires e Juan Brizuela.
"O evento, de caráter internacional, foi sucesso absoluto. Mais de 500 pesquisadores, professores, estudantes universitários e profissionais vinculados ao campo cultural de todas as regiões brasileiras e de outros países contribuíram com as discussões geradas neste encontro, marcado pelo nível técnico demonstrado nas palestras, mesas-redondas, apresentações de trabalhos e debates, e pela adesão e comprometimento dos participantes", divulgou a assessoria
Link para a página com a matéria Modernidade, cultura e sustentabilidade, publicada no blog do V Enecult: http://enecult.wordpress.com/category/dia-27/
.Thursday, May 21, 2009
Exposição de Carybé no Museu de Arte Moderna da bahia
Obras de Carybé podem ser encontradas em vários lugares de Salvador. Aqui, a obra O primeiro governo da Bahia, painel na fachada da Assembléia Legislativa no Centro Administrativo da Bahia. 11m X 16m. Obra de 1973.O Museu de Arte da Bahia apresenta, até 31 de maio, a exposição Carybé. Muito bela, bem organizada, com um atraente catálogo, o evento já é sucesso de crítica e público. Porque Carybé tem esse poder de encantar com sua vasta obra, que privilegiou o povo e o cotidiano da Bahia. Nascido na Argentina em 1911, Hector Julio Paride Bernabó passou a ser chamado de Carybé quando sua família foi morar no Rio de Janeiro. Os integrantes da tropa da qual fazia parte como escoteiro do Clube de Regatas do Flamengo usavam apelidos com nomes de peixe. Ele próprio escolheu Carybé, nome de pequeno peixe amazônico. (Informações no catálogo da exposição). Mais informações sobre a exposição: http://www.mam.ba.gov.br/expos2009/carybe/
Friday, May 15, 2009
Descompasso: como e porque o Modernismo tardou a chegar na Bahia
No dia 27 de maio, entre as 14h às 16:30, apresentarei no V ENECULT (Encontro de Estudos Mutlidisciplinares em Cultura) o trabalho Descompasso: como e porque o Modernismo tardou a chegar na Bahia, na sessão de trabalhos Consumo, gestão e políticas culturais. Convido a todos que se inscreveram no V ENECULT e se interessam pelo tema, para a apresentação.
Mais informações sobre o V ENECULT: http://www.cult.ufba.br/
Mais informações sobre o V ENECULT: http://www.cult.ufba.br/
Friday, April 10, 2009
20 anos de Pastiche, minha primeira exposição fotográfica

Em 1989 realizei, no Shopping Iguatemi em Salvador, a exposição fotográfica individual intitulada Pastiche, uma visão detalhada e intimista do urbano, composta por 16 fotografias em preto e branco. Sobre a exposição, Hagamenon Brito escreveu no Caderno 2 do jornal A Tarde, em 24 de janeiro de 1989:
A beleza da face urbana de Salvador
Hagamenon Brito
Indecisa entre passado e futuro, Salvador tem sua face moderna escondida ente as lentes dirigidas para os escravos de ontem e hoje, tradução e tradição que encanta a maioria dos fotógrafos que registra sua cara: bela e miserável. Patiche, exposição de Juciara Nogueira, até sábado na Praça Jorge Amado do Shopping Iguatemi, procura, através de 16 fotografias em preto e branco, mostrar a plasticidade urbana da cidade em très focos: prédios, grafites e estátuas.
As várias possibilidades de urbanidade. O outro lado da meia-noite. A artista não tem nada contra os colegas que preferem mostrar os menores abandonados, os loucos de plantão, as favelas, as festas de largo e tudo aquilo que até podemos chamar de signos da miséria e do fervor religiosos e profano, mas também não abre mão de "desenvolver um trabalho em cima da beleza urbana", numa ótica que privilegia linhas que poderiam estar em São Paulo, Los Angeles, Paris ou Tóquio, mas que, não por acaso, se encontram aqui, e que ela expõe pela primeira vez. Uma visão detalhada e intimista dessa urbanidade. Dr. Jonathan Osterman (Watchmen) ao invés de Zumbi dos Palmares.
Apaixonada por história em quadrinhos e todos os símbolos da linguagem moderna, Juciara também acredita que a "imagem é a forma de linguagem que melhor traduz os anos 80, algo que no cinema, por exemplo, Francis Ford Copolla assinaria com prazer, do fundo do coração. Toda uma geração criada ao longo das duas últimas décadas (os netos de Spock) traz consigo essa memória visual eletrônica, e para uma fotógrafa que trabalha exatamente a visão do urbano, nada mais natural que fazer com que seu trabalho vá além do simples e habitual registro da imagem e carregue muito mais significados. O que não tem explicação, ninguém precisa explicar são palavras de Renato Russo, Humberto Gessinger ou Juciara Nogueira?
Preparando um projeto futuro em cima apenas dos grafites, bem como uma HQ, Juciara prefere trabalhar com fotos em preto e branco por achar que, por o mundo já ser colorido, a sensibilidade de um fotógrafo é mais exigida quando ele opta por essa dualidade e contraste, o que talvez explique por que muitos naufragam nessa praia.
Pastiche, mais do que uma visão pessoal da fotógrafa, é o melhor retrato que o futuro desta cidade já viu de si mesma, mesmo que os saldosistas ou meramente ignorantes pela estreiteza cultural teimem em retardá-lo.
Guarde as imagens trágicas porque delas já cuidam nossos telejornais e folcloristas de plantão, e exibam nossas radiografias mais belas, caros bárbaros.
Hagamenon Brito
Indecisa entre passado e futuro, Salvador tem sua face moderna escondida ente as lentes dirigidas para os escravos de ontem e hoje, tradução e tradição que encanta a maioria dos fotógrafos que registra sua cara: bela e miserável. Patiche, exposição de Juciara Nogueira, até sábado na Praça Jorge Amado do Shopping Iguatemi, procura, através de 16 fotografias em preto e branco, mostrar a plasticidade urbana da cidade em très focos: prédios, grafites e estátuas.
As várias possibilidades de urbanidade. O outro lado da meia-noite. A artista não tem nada contra os colegas que preferem mostrar os menores abandonados, os loucos de plantão, as favelas, as festas de largo e tudo aquilo que até podemos chamar de signos da miséria e do fervor religiosos e profano, mas também não abre mão de "desenvolver um trabalho em cima da beleza urbana", numa ótica que privilegia linhas que poderiam estar em São Paulo, Los Angeles, Paris ou Tóquio, mas que, não por acaso, se encontram aqui, e que ela expõe pela primeira vez. Uma visão detalhada e intimista dessa urbanidade. Dr. Jonathan Osterman (Watchmen) ao invés de Zumbi dos Palmares.
Apaixonada por história em quadrinhos e todos os símbolos da linguagem moderna, Juciara também acredita que a "imagem é a forma de linguagem que melhor traduz os anos 80, algo que no cinema, por exemplo, Francis Ford Copolla assinaria com prazer, do fundo do coração. Toda uma geração criada ao longo das duas últimas décadas (os netos de Spock) traz consigo essa memória visual eletrônica, e para uma fotógrafa que trabalha exatamente a visão do urbano, nada mais natural que fazer com que seu trabalho vá além do simples e habitual registro da imagem e carregue muito mais significados. O que não tem explicação, ninguém precisa explicar são palavras de Renato Russo, Humberto Gessinger ou Juciara Nogueira?
Preparando um projeto futuro em cima apenas dos grafites, bem como uma HQ, Juciara prefere trabalhar com fotos em preto e branco por achar que, por o mundo já ser colorido, a sensibilidade de um fotógrafo é mais exigida quando ele opta por essa dualidade e contraste, o que talvez explique por que muitos naufragam nessa praia.
Pastiche, mais do que uma visão pessoal da fotógrafa, é o melhor retrato que o futuro desta cidade já viu de si mesma, mesmo que os saldosistas ou meramente ignorantes pela estreiteza cultural teimem em retardá-lo.
Guarde as imagens trágicas porque delas já cuidam nossos telejornais e folcloristas de plantão, e exibam nossas radiografias mais belas, caros bárbaros.
Grafite
Características do Grafite:
Encenação. Clandestinidade. Anonimato. Espontaneidade. Velocidade. Precariedade. Fugacidade.
Este, da década de 1980, integrou minha primeira expoisção fotográfica individual, intitulada Pastiche: uma visão detalhada e intimista do urbano, realizada em 1989.
Monday, March 30, 2009
Considerações sobre as contribuições da pintura para a linguagem cinematográfica
Este artigo foi apresentado no IV ENECULT,
Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado de 28 a 30 de maio de 2008
na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil.
O presente trabalho tem como objetivo apresentar algumas contribuições da pintura
para a linguagem cinematográfica, destacando obras de renomados pintores, executadas
entre o século XVI e o final do século XIX e evidenciando, a partir das pinturas, a presença
de planos, enquadramentos e ângulos que passaram a ser utilizados no cinema. Trata,
também, do impacto da fotografia sobre as artes plásticas e do surgimento do cinema no
período em que alguns artistas buscaram derrubar os ícones da pintura baseada nos
referenciais anteriores e apontaram novos caminhos para a arte moderna.
Para ler o artigo na íntegra, basta acessar: http://www.cult.ufba.br/enecult2008/14441.pdf
para a linguagem cinematográfica, destacando obras de renomados pintores, executadas
entre o século XVI e o final do século XIX e evidenciando, a partir das pinturas, a presença
de planos, enquadramentos e ângulos que passaram a ser utilizados no cinema. Trata,
também, do impacto da fotografia sobre as artes plásticas e do surgimento do cinema no
período em que alguns artistas buscaram derrubar os ícones da pintura baseada nos
referenciais anteriores e apontaram novos caminhos para a arte moderna.
Para ler o artigo na íntegra, basta acessar: http://www.cult.ufba.br/enecult2008/14441.pdf
Exposição fotográfica virtual
A mostra PlastiCidade é composta de 30 fotografias, todas elas feitas em Salvador. Integrou a programação oficial do Festival Nacional A Gosto da Photographia – Ano II, promovido pela Casa da Photographia, em 2006. A fotógrafa e pesquisadora Juciara Nogueira apresenta fragmentos da cidade, registrando formas e cores que marcam o corpo urbano como tatuagens, tornando-se parte de sua identidade visual, quer de maneira direta, forte, imponente, quer de forma suave, delicada, quase despercebida, mas constantemente presente, ao alcance do olhar. Atualmente, as fotos encontram-se na galeria do site O som do lugar e o mundo.
Para visualizar as fotos, basta clicar no link: http://www.osomdolugareomundo.com/imagens_detalhes.asp?logg=juciara&cod=7&cat=PlastiCidade&desc=Pormenores de aspectos urbanos de Salvador&autor=Juciara Nogueira&email=juciaranogueira@yahoo.com.br
Tuesday, October 24, 2006
Forte de Nossa Senhora do Monte Serrat
Construído a partir de 1583 em posição estratégica – ocupa o outeiro no extremo da Península Itapagipana, fechamento da Baía de Todos os Santos. Foi local de importância para a resistência aos holandeses em 1624 e 1638. Encanta pela vista paradisíaca da entrada da Baía de Todos os Santos, tendo de um lado Salvador e, do outro, a Ilha de Itaparica.Jayme Fygura, o cara

Com um pouco de sorte qualquer um pode ver passar, pelas ruas do centro de Salvador, Jayme Fygura. Em Jayme o artista e sua obra tornam-se um só: ele, encrustrado em sua arte, ela, fazendo de sua vida uma reverência. Um cavaleiro contemporâneo, que avança em meio a multidão anônima, um guerreiro atemporal que abre seus caminhos e deixa-se levar em vigorosa comunhão.
Artesanato - Pelourinho
Mulheres grávidas de luz, espiam da janela o povo do mundo que passa pelas ruas do Pelô.A cidade de Jaguaripe e seu patrimônio arquitetônico
Jaguaripe fica a 240 km de Salvador e foi o primeiro município criado no Recôncavo Baiano, com o nome de Vila de Nossa Senhora da Ajuda de Jaguaripe, conforme Carta Régia de 27/12/1693. Já em 1613 era sede da paróqia de Nossa Senhora da Ajuda e sua posição geográfica privilegiada no Recôncavo fez com que a vila prosperasse rapidamente, servindo como porto para carregar caravelas com produtos da região. A invocação a Nossa Senhora da Ajuda era muito comum em Portugal e no Brasil seu culto foi muito divulgado pelos jesuítas. Em 1859, o Imperador D. Pedro II passou por Jaguaripe, onde visitou a matriz de Nossa Senhora da Ajuda.
Primeira foto: 1990. Segunda foto: 2000.
A Casa de Câmara e Cadeia de Jaguaripe foi construída entre o final do século XVII e início do século XVIII . Localiza-se em terreno em declive, sendo que a parte superior apresenta-se em dois pisos e a parte que dá para o rio apresenta-se em quatro. No subsolo, por muito tempo, os condenados pela justiça de Jaguaripe aí eram encarcerados. Quando a maé enchia, as águas invadiam a prisão, ficando os presos mergulhados até a altura do peito.
A implacável justiça de Jaguaripe, no período colonial, era tão temida que por muito tempo a pior praga que se rogava em uma pessoa na região resumia-se em uma frase:
"que a justiça de Jaguaripe te persiga!" (AUGUSTO, Lamartine. Porta do sertão. 1 ed. Nazaré: Tipografia do Aprendizado Manoel Clemente Caldas, 1996).
Monday, August 28, 2006
PlastiCidade
A RIQUEZA de detalhes da arquitetura urbana de Salvador é capturada pelas lentes da fotógrafa Juciara Nogueira na mostra PlastiCidade, que abre a programação do Curta no Extudo desta noite. Repórter fotográfica há mais de 15 anos, Juciara explora cores exuberantes e curvas harmoniosas, além de outras minúcias que normalmente passam despercebidas ao olhar dos transeuntes apressados. O evento - que acontece a partir da 20h30, no Restaurante Extudo - conta também com a exibição dos curtas-metragens Véio, de Adelina Pontual, e Batuque na cozinha, de Anna Azevedo.
Exposição fotográfica e ciclo de palestras na Galeria Cañizares
A Galeria Cañizares convida para exposição fotográfica e ciclo de palestras com artistas, fotógrafos e pesquisadores da área. Os eventos estão sendo realizados durante todo o mês de agosto e integram o Festival Nacional A Gosto da Photographia - Ano II.
EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA:
Ayron Heráclito, Aristides Alves, Célia Aguiar, Cláudia Pôssa, Edgard Oliva, Edmar Melo, Iraildes Mascarenhas, Isabel Gouveia, Juarez Paraíso, Juciara Nogueira, Juraci Dórea, Márcia Magno, Maria Sampaio, Saulo Kainuma, Paula Magno, Sílvio Robatto.
EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA:
Ayron Heráclito, Aristides Alves, Célia Aguiar, Cláudia Pôssa, Edgard Oliva, Edmar Melo, Iraildes Mascarenhas, Isabel Gouveia, Juarez Paraíso, Juciara Nogueira, Juraci Dórea, Márcia Magno, Maria Sampaio, Saulo Kainuma, Paula Magno, Sílvio Robatto.
No dia 30 de agosto Juciara Nogueira realiza a palestra Salvador nas páginas da revista O Cruzeiro. O evento será às 19h no auditório da Escola de Belas Artes, ao lado da Galeria Cañizares.
Tuesday, February 14, 2006
Viajar é preciso
Conhecer um pouco da Bahia é um privilégio. Cheiro de cravo, cacau, mata, maresia. E imagens que nos encantam...
Castelo Garcia D'ÁvilaPróximo a badalada Praia do Forte, o Castelo Garcia D'Àvila, também conhecido como Casa da Torre, é um patrimônio arquitetônico riquíssimo do período colonial brasileiro.
Friday, February 03, 2006
Dia dois de fevereiro
As festas de Salvador costumam ser muito fotografadas pela beleza, colorido, expressividade, diversidade, espontaneidade, alegria, fé. É maravilhoso poder estar presente, assistir, observar, participar e fotografar nesses dias especiais. Aqui, algumas fotos da Festa de Iemanjá de 2006:








Veja a próxima seqüência de fotos e deixe aqui sua mensagem:
Festa de Iemanjá em Salvador
A festa de Iemanjá é tradicionalmente realizada no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, no dia dois de fevereiro. Pierre Verger descreveu: "Iemanjá é representada sob a forma latinizada de uma sereia de longos cabelos esvoaçantes. Chamam-na também de Janaína ou mesmo Princesa ou Rainha do Mar" (Retratos da Bahia).
Segundo Edson Carneiro "Iemanjá, no país dos nagôs, é a deusa do rio Õgún e, por extensão, dos rios, fontes e lagos nacionais". (Latinos e crioulos).
Jorge Amado deixou-nos uma visão de acirdo com o sincretismo religioso, onde Nossa Senhora da Conceição é Iemanjá, a "dona das águas, esposa de Oxalá, mãe de todos os orixás". (Bahia de Todos os Santos).




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