Wednesday, August 04, 2010
Monday, March 15, 2010
Palestra em Conceição do Coité

A convite da professora Hanayana Brandão, estive em Conceição do Coité para realizar as palestras Contribuição da fotografia para a linguagem audiovisual e Composição fotográfica na era digital. Os eventos foram na Universidade Estadual da Bahia UNEB Campus XIV.
Sobre o assunto, os universitários postaram no blog conexaosisal. Na foto, alguns alunos com a professora, que está concluindo o Mestrado Multidisciplinar em Cultura e Sociedade na Universidade Federal da Bahia.
Sobre o assunto, os universitários postaram no blog conexaosisal. Na foto, alguns alunos com a professora, que está concluindo o Mestrado Multidisciplinar em Cultura e Sociedade na Universidade Federal da Bahia.
Mais em: http://conexaosisal.wordpress.com/
Tuesday, February 23, 2010
Descompasso: como e porque o Modernismo tardou a chegar na Bahia
O artigo que produzi e foi tema de minha palestra no V Enecult (conforme já postado), encontra-se publicado no seguinte endereço: http://www.cult.ufba.br/enecult2009/19289.pdf . Um pouco sobre arte moderna e cultura baiana.
Wednesday, November 25, 2009
Exposição Senso plural na Galeria Cañizares
Quero parabenizar alguns dos meus ex-alunos da disciplina História da Arte Brasileira na Escola de Belas Artes da UFBA pela exposição coletiva Senso plural, que reúne obras dos formandos do curso de Artes Plásticas, 2009.2. Com abertura no dia primeiro de dezembro, às 18 horas, na Galeria Cañizares (Canela), a exposição permanece de dois a 16 de dezembro, das 9 às 18horas. Entre os expositores, Josemar Antonio, Marta Souza e Tanile Maria. Sucesso!!!
AUGUSTE RODIN

Uma das obras mais conhecidas do artista francês Auguste Rodin (1840-1917), O beijo, é destaque na exposição que reúne 62 peças do escultor no Palacete das Artes, em Salvador. O conjunto escultórico foi exposto pela primeira vez em 1887 e recebeu o nome de Paolo e Francesca, como representação do amor intenso e trágico que envolveu Paolo Malatesta e Francesca de Rimini, personagens do círculo do inferno do poeta Dante, autor de A divina comédia. Inaugurada em 26 de outubro, a exposição permanecerá aberta ao público pelos próximos três anos.
Cuide de você: uma bela exposição
O Museu de Arte Moderna da Bahia ficou pequeno para tanta gente. O sucesso da exposição cuide de você - que atraiu um público eclético e atento - não foi sem motivos. a artista francesa Sophie Calle fez o que muita gente faz ou tem vontade de fazer: escancarou seus sentimentos para quem quisesse ver, ouvir e comentar... Mas com muita ternura, refinamento, beleza, multiplicidade, cumplicidade, delicadeza, suavidade, harmonia... E para tanto utilizou-se... da arte!!! Cuide de você é a última frase do e-mail enviado pelo escritor Grégoire Bouillier para a artista, terminando um relacionamento. O e-mail, impresso, foi distribuído para os visitantes da exposição. Após ler e apreciar os depoimentos de mais de uma centena de mulheres sobre o desenlace amoroso, nos sentimos envolvidos pela rede de cumplicidade, feminilidade, humor, experiência, cuidado... Entre 22 de setembro e 22 de novembro, o Museu de arte Moderna da Bahia acolheu uma exposição que, sem dúvidas, ainda vai dar muito o que falar... Quem tiver interesse em saber mais sobre a exposição e o trabalho de Sophie, pode acessar: http://sophiecalle.com.br/ .
Monday, October 12, 2009
Sunday, September 27, 2009
O adro do Convento de Santo Antônio do Paraguaçu
O adro, espaço à frente da igreja, é um elemento típico das construções franciscanas, por causa do culto por eles dedicados à Paixão de Cristo.
"Na sua área realizavam-se procissões recriando a via-sacra em torno do cruzeiro que aí existia, especialmente durante a Semana Santa. A sacralização dos espaços públicos era também totalmente condizente com as recomendações do Concílio de Trento.
Em alguns casos estes espaços serão concebidos de modo a acentuar as características cenográficas destas instalações conventuais, caracterizando-as como verdadeiras eflorescências do barroco. Neste sentido destacam-se os dadros dos conventos de Santo Antônio de Paraguaçu e de João Pessoa. Em ambos, o tratamento dado ao espaço limitado por muros arrematados com volutas e pináculos somado à existência de um grande pedestal de pedra que sustentava o cruzeiro, levava ao exterior a grandiosa magnificência presente no restante da edificação".
LINS, Eugênio de Ávila e CARDOSO, Luiz Antônio Fernandes. A arquitetura dos franciscanos no Brasil. In: Portugal Brasil Brasil Portugal. Lisboa: Comissão nacional para as comemorações dos descobrimentos portugueses, 20000. p. 51-63
Thursday, September 10, 2009
Os blogs de alguns ex-alunos, outros blogs e endereços
Aos poucos venho adicionando links de blogs de ex-alunos meus. Quem tiver interesse, vale acessar e acompanhar o que se passa na cabeça dessa turma criativa e cheia de ideais... Além desses, disponibilizarei links de outros blogs e endereços eletrônicos que gosto.
Na era da velocidade

As câmeras digitais estão em plena harmonia com a atualdiade: são rápidas, práticas, fáceis de operar. São maravilhosas, entre outras coisas, porque permitem que o fotógrafo veja logo se a imagem saiu como pretendia ou não. Mas na era da velocidade, não se pode esquecer de que, na fotografia, não basta apenas fazer um montão de fotos achando que ao menos uma vai sair boa. Quem age assim depois se decepciona um pouco, ao ver que não conseguiu 'aquela foto' que buscava.
O modo como se constrói a imagem é muito importante, para que ela possa passar exatamente o que se quer transmitir. É interessante operar com a câmera no manual e brincar um pouco com o foco, com a exposição. Para esta foto, feita na Roda D'água, em Mutuípe, foi priorizada a baixa velocidade, talvez porque já vivemos correndo demais e ir ao contrário do ritmo das coisas - ao menos de vez em quando - revigora as forças, a energia... (dedicada aos meus ex-alunos de fotografia).
Saturday, September 05, 2009
O que é prioridade?
Wednesday, August 12, 2009
Adroaldo Ribeiro Costa continua atual na era do are baba
CRÔNICA DE 1972:
UMA CENA DE NOVELA
Adroaldo Ribeiro Costa
Pede-me um jovem que lhe dê instruções aobre como se escreve novela para tevê, e começo por dizer que, naturalmente o escritor deve primeiro familiarizar-se com a linguagem técnica da televisão, coisa que não posso fazer nesta crônica.
Mas o principal, meu jovem, é você enrolar o mais possível, transformando todo diálogo em alféloa. Por exemplo: imaginemos uma cena entre Robernto e Odete, que formam o par romântico da estória...
ROBERTO - Estou decidido: vou partir.
ODETE - Não, Roberto! Você não pode fazer isto!...
ROBERTO - Posso e vou fazer! Esta é uma decisão irrevogável!...
ODETE - Mas Roberto, você já pensou bem nas conseqüências de sua partida, neste momento?
ROBERTO - Sim, já pensei. Em todas as conseqüências. E por isto mesmo é que estou decidido: vou partir!
ODETE - Não, Roberto... Não posso acreditar nisto! Você não vai partir...
ROBERTO - Você me conhece, Odete... Quando eu tomo uma decisão, não volto atrás! Vou partir...
ODETE - E eu, Roberto? Como ficarei?
ROBERTO - Você ficará aqui, é claro. Esperando por mim...
ODETE - Mas por quanto tempo?
ROBERTO - Isto não sei. Até que cumpra a minha missão...
ODETE - Que missão, Roberto? Você está imaginando coisas...
ROBERTO - Não, Odete!... Não estou imaginando... As coisas existem, infelizmente...
ODETE - Não posso acreditar!... Não posso!... Não posso!...
(Neste momento, Odete chora, apanhada em close pela câmara. Roberto vai até elea, abraça-a).
ROBERTO - Não chore! Assim você torna as coisas mais difíceis...
ODETE - (Debulhada em lágrimas) - Diga, Roberto! Diga que você está falando assim para por à prova o meu amor!... Diga que você não vai partir, Roberto!...
ROBERTO - Não, Odete... A verdade é esta mesmo: vou partir!...
ODETE - Mas é inacreditável! Ainda ontem você estava tão satisfeito aqui...
ROBERTO - Eu fingia que estava... Na realidade, eu já estava decidido a partir...
ODETE - Mas você não disse ontem, quando me beijou, que ia partir...
ROBERTO - Não tive coragem... Preferi deixar para comunicar a você na hora da despedida...
ODETE - E a despedida é agora, Roberto?
ROBERTO - É sim!... Eu vou partir agora!...
ODETE - Mas, por que agora?... Por que hoje?...
ROBERTO - Porque já comprei a passagem...
ODETE - Você transfere, Roberto...
ROBERTO - Não! O que tem que ser feito, deve ser feito logo! Eu vou partir! Hoje! Agora!... Adeus!...
ODETE - Não, Roberto!... Assim, não!... Não parta assim!... Dê-me pelo menos um beijo!...
(Roberto hesita. Vê-se claramente que tem medo de beijar e ficar. Mas não tem outro jeito: Odete está agarrada com ele, os olhos fechados, os lábios entreabertos. E Roberto dá-lhe um daqueles de desentupir pia, mas isto no caso da novela se destinar ao horário das 22 horas. Quando o beijo acaba...)
ODETE - Meu amor... Não vá, meu amor...
(Roberto é teimoso. Vai falar, mas Odete se põe na ponta dos pés e taca-lhe outro beijo daqueles que as pessoas ficam enrolando como quem está dançando valsa. A câmara apanha a cena de vários ângulos, enquanto a música de fundo vai subindo muito romântica. Fim do capítulo).
E Roberto parte ou não parte? Isto fica para o próximo capítulo...
SOBRE O AUTOR:
Professor, homem de teatro, cronista, intelectual baiano querido, prestigiado e carismático, Adroaldo Ribeiro Costa deixou, em suas crônicas publicadas no jornal A Tarde, uma bela contribuição para entendermos um pouco como era a cidade de Salvador, especialmente entre 1960 e início de 1980. Sem dispensar uma dose de humor, seu senso crítico ainda hoje nos faz refletir sobre temas que abordou e que continuam atuais. Um exemplo é a crônica intitulada Uma cena de novela, publicada em 3 de outubro de 1972 e que pode ser encontrada no livro Páginas escolhidas 200 crônicas e dois contos, lançado por seu sobrinho, Aramis Ribeiro Costa, em 1999.
UMA CENA DE NOVELA
Adroaldo Ribeiro Costa
Pede-me um jovem que lhe dê instruções aobre como se escreve novela para tevê, e começo por dizer que, naturalmente o escritor deve primeiro familiarizar-se com a linguagem técnica da televisão, coisa que não posso fazer nesta crônica.
Mas o principal, meu jovem, é você enrolar o mais possível, transformando todo diálogo em alféloa. Por exemplo: imaginemos uma cena entre Robernto e Odete, que formam o par romântico da estória...
ROBERTO - Estou decidido: vou partir.
ODETE - Não, Roberto! Você não pode fazer isto!...
ROBERTO - Posso e vou fazer! Esta é uma decisão irrevogável!...
ODETE - Mas Roberto, você já pensou bem nas conseqüências de sua partida, neste momento?
ROBERTO - Sim, já pensei. Em todas as conseqüências. E por isto mesmo é que estou decidido: vou partir!
ODETE - Não, Roberto... Não posso acreditar nisto! Você não vai partir...
ROBERTO - Você me conhece, Odete... Quando eu tomo uma decisão, não volto atrás! Vou partir...
ODETE - E eu, Roberto? Como ficarei?
ROBERTO - Você ficará aqui, é claro. Esperando por mim...
ODETE - Mas por quanto tempo?
ROBERTO - Isto não sei. Até que cumpra a minha missão...
ODETE - Que missão, Roberto? Você está imaginando coisas...
ROBERTO - Não, Odete!... Não estou imaginando... As coisas existem, infelizmente...
ODETE - Não posso acreditar!... Não posso!... Não posso!...
(Neste momento, Odete chora, apanhada em close pela câmara. Roberto vai até elea, abraça-a).
ROBERTO - Não chore! Assim você torna as coisas mais difíceis...
ODETE - (Debulhada em lágrimas) - Diga, Roberto! Diga que você está falando assim para por à prova o meu amor!... Diga que você não vai partir, Roberto!...
ROBERTO - Não, Odete... A verdade é esta mesmo: vou partir!...
ODETE - Mas é inacreditável! Ainda ontem você estava tão satisfeito aqui...
ROBERTO - Eu fingia que estava... Na realidade, eu já estava decidido a partir...
ODETE - Mas você não disse ontem, quando me beijou, que ia partir...
ROBERTO - Não tive coragem... Preferi deixar para comunicar a você na hora da despedida...
ODETE - E a despedida é agora, Roberto?
ROBERTO - É sim!... Eu vou partir agora!...
ODETE - Mas, por que agora?... Por que hoje?...
ROBERTO - Porque já comprei a passagem...
ODETE - Você transfere, Roberto...
ROBERTO - Não! O que tem que ser feito, deve ser feito logo! Eu vou partir! Hoje! Agora!... Adeus!...
ODETE - Não, Roberto!... Assim, não!... Não parta assim!... Dê-me pelo menos um beijo!...
(Roberto hesita. Vê-se claramente que tem medo de beijar e ficar. Mas não tem outro jeito: Odete está agarrada com ele, os olhos fechados, os lábios entreabertos. E Roberto dá-lhe um daqueles de desentupir pia, mas isto no caso da novela se destinar ao horário das 22 horas. Quando o beijo acaba...)
ODETE - Meu amor... Não vá, meu amor...
(Roberto é teimoso. Vai falar, mas Odete se põe na ponta dos pés e taca-lhe outro beijo daqueles que as pessoas ficam enrolando como quem está dançando valsa. A câmara apanha a cena de vários ângulos, enquanto a música de fundo vai subindo muito romântica. Fim do capítulo).
E Roberto parte ou não parte? Isto fica para o próximo capítulo...
SOBRE O AUTOR:
Professor, homem de teatro, cronista, intelectual baiano querido, prestigiado e carismático, Adroaldo Ribeiro Costa deixou, em suas crônicas publicadas no jornal A Tarde, uma bela contribuição para entendermos um pouco como era a cidade de Salvador, especialmente entre 1960 e início de 1980. Sem dispensar uma dose de humor, seu senso crítico ainda hoje nos faz refletir sobre temas que abordou e que continuam atuais. Um exemplo é a crônica intitulada Uma cena de novela, publicada em 3 de outubro de 1972 e que pode ser encontrada no livro Páginas escolhidas 200 crônicas e dois contos, lançado por seu sobrinho, Aramis Ribeiro Costa, em 1999.
Tuesday, August 11, 2009
O Beijo em exposição permanente no MAM
Friday, July 10, 2009
Site baiano de humor gráfico
Para quem gosta de cartuns, tá valendo uma passada no site VATAPÁ. O site baiano de humor gráfico reúne feras da área que mostram o velho talento aliado às 'novas' técnicas de ilustração.
Confira no endereço: http://www.humorgraficobaiano.com.br/home.html
Confira no endereço: http://www.humorgraficobaiano.com.br/home.html
Tuesday, July 07, 2009
Agora, com contador de acesso
Joubert 'conseguiu' colocar contador de acesso em meu blog. Demorou, mas tá aí... valeu!
Tuesday, June 16, 2009
Modernidade, cultura e sustentabilidade
Leia o texto e veja as fotos sobre a mesa composta por Hanayana Brandão (Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade – Pós-Cultura da UFBA) que falou sobre financiamento e fomento da cultura na gestão do governador da Bahia, Jaques Wagner, Daniele Canedo (Doutoranda do Pós-Cultura/UFBA), que abordou o conceito de cultura e de sua amplitude, Tânia Mara (Mestranda em Ciências Sociais/ UFBA) que tratou da contradição entre sustentabilidade e o capitalismo e Juciara Nogueira (Doutoranda do Pós-Cultura/UFBA), que tratou sobre como e porque o modernismo tardou a chegar na Bahia. Texto e fotos de Geise Oliveira, Ivna Pires e Juan Brizuela.
"O evento, de caráter internacional, foi sucesso absoluto. Mais de 500 pesquisadores, professores, estudantes universitários e profissionais vinculados ao campo cultural de todas as regiões brasileiras e de outros países contribuíram com as discussões geradas neste encontro, marcado pelo nível técnico demonstrado nas palestras, mesas-redondas, apresentações de trabalhos e debates, e pela adesão e comprometimento dos participantes", divulgou a assessoria
Link para a página com a matéria Modernidade, cultura e sustentabilidade, publicada no blog do V Enecult: http://enecult.wordpress.com/category/dia-27/
.Thursday, May 21, 2009
Exposição de Carybé no Museu de Arte Moderna da bahia
Obras de Carybé podem ser encontradas em vários lugares de Salvador. Aqui, a obra O primeiro governo da Bahia, painel na fachada da Assembléia Legislativa no Centro Administrativo da Bahia. 11m X 16m. Obra de 1973.O Museu de Arte da Bahia apresenta, até 31 de maio, a exposição Carybé. Muito bela, bem organizada, com um atraente catálogo, o evento já é sucesso de crítica e público. Porque Carybé tem esse poder de encantar com sua vasta obra, que privilegiou o povo e o cotidiano da Bahia. Nascido na Argentina em 1911, Hector Julio Paride Bernabó passou a ser chamado de Carybé quando sua família foi morar no Rio de Janeiro. Os integrantes da tropa da qual fazia parte como escoteiro do Clube de Regatas do Flamengo usavam apelidos com nomes de peixe. Ele próprio escolheu Carybé, nome de pequeno peixe amazônico. (Informações no catálogo da exposição). Mais informações sobre a exposição: http://www.mam.ba.gov.br/expos2009/carybe/
Friday, May 15, 2009
Descompasso: como e porque o Modernismo tardou a chegar na Bahia
No dia 27 de maio, entre as 14h às 16:30, apresentarei no V ENECULT (Encontro de Estudos Mutlidisciplinares em Cultura) o trabalho Descompasso: como e porque o Modernismo tardou a chegar na Bahia, na sessão de trabalhos Consumo, gestão e políticas culturais. Convido a todos que se inscreveram no V ENECULT e se interessam pelo tema, para a apresentação.
Mais informações sobre o V ENECULT: http://www.cult.ufba.br/
Mais informações sobre o V ENECULT: http://www.cult.ufba.br/
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